(assassinatos estão-se a tornar banais infelizmente....mas matar uma mãe de 3 filhos á frente dos mesmos?!!?? agora quando ele recuperar ajudem-no coitadinho porque deve ser um tipo que precisa da ajuda da sociedade.....as 3 crianças esquecem-nas porque não são doentes....)
Lançado no final de 2009 - e responsável por edições exclusivas, os "bundles", da PS3 e da Xbox 360 -, o último capítulo de "Tekken" honra uma série que a Namco fez nascer em 1994 para as... máquinas de arcada.
Este "Tekken 6" não foge às raízes, mas procura novos caminhos, seja pelo reforço dos desafios online, seja pela reunião de 4 dezenas de personagens/lutadores que os seguidores bem conhecem. É apenas mais um "beat'em up"? É apenas mais um daqueles jogos de esmagar botões do comando, procurando os "combos" que vão derrotar o adversário? É tudo isto, sim, mas é também o garante de horas de divertimento e apuro do conhecimento dos movimentos atribuídos a várias artes marciais.
Para lá do modo offline, que nos dá os tradicionais arcade, time attack ou survival, "Tekken 6" oferece um modo campanha onde a progressão no terreno e o cumprimento de missões vão desvendar o argumento. No caso, o Mundo está ameaçado pelas forças do pérfido Mishima Zaibatsu e Jin (a mais ocidental das personagens), sem memória, tem de resolver o problema ao mesmo tempo que escapa a uma tal de G Corporation. Enfim, não será motivo para entrar na discussão dos Globos de Ouro, mas para o efeito serve perfeitamente.
Sem perder de vista as esculturais (e pouca vestidas) lutadoras, a Namco assina um jogo competente onde só os tempos de loading (muitos e longos) merecem nota negativa. As sequências cinemáticas, os efeitos especiais, a boa resposta do modo online e os muitos movimentos (que nunca vamos conseguir decorar...) dos lutadores valem elogios.
Testado na versão PS3, recebe um 16 na nossa classificação de 0 a 20.
Estreia-se hoje 'A Estrada', de John Hillcoat, adaptação do livro de Cormac McCarthy.
O mundo acabou. Fosse por causa de uma guerra, fosse por obra de um cataclismo natural, a civilização veio por aí abaixo. Uma invernia brutal tomou conta da paisagem e drenou-a de toda e qualquer cor. Bandos que regrediram ao canibalismo são tudo o que sobra da humanidade.
Tudo? Não. Um homem e o seu filho percorrem esta terra morta e gelada empurrando um carrinho de supermercado e tentando sobreviver sem resvalar para a abjecção, transportando a ténue chama de uma decência humana que se acreditaria estar extinta. E um revólver com duas balas no tambor, no caso dos canibais chegarem perto demais.
fui ver esta semana o Sherlock Holmes( recomendo ver este filme no cinema..) ao El Corte Inglês e vi a apresentação deste novo filme de Viggo Mortensen e ficou-me logo na retina....
🏁 FIM DE JOGO
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Chegou o momento de escrever o último post do Fora-de-Jogo.
Depois de 17 anos intensos — começados em 2008, com paixão e curiosidade
genuína pelo futebol —...
João Gabriel ARRASA Proença!
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e desmascara o* 'EMBUSTE' *...
que ele é sempre foi...
seja como árbitro e agora dirigente...
o Pedro Proença só tem...
um OBJECTIVO na sua vida...
...
Ainda a AG
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Tenho lido muito lixo e muitas mentiras por essas redes sociais por isso
decidi voltar a escrever sobre o assunto.
PONTO 1: Antes de começarem a ler e in...
O crime organizado sempre usou políticos...
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*...para a sua protecção.*
Em 2008, o escritor e estudioso de fenómenos criminosos Carlo Lucarelli,
até apresentou na RAI, um documentário sobre isso. C...
Ironia do destino!
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Ontem a corruptalhada ficou eufórica com o empate do Benfica em Paços de
Ferreira porque tinham a possibilidade de passar para a liderança, mas por
ironia...