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segunda-feira, 13 de julho de 2015

a grande guerra que Portugal quis esquecer...


Na Grande Guerra de 1914-18, o exército português sofreu a sua maior derrota em África desde Alcácer Quibir. No Norte de Moçambique morreram mais soldados portugueses do que na Flandres. Não tanto pela razia das balas alemãs. Mais pela fome, pela sede, pela doença e pela incúria. Minada pela vergonha, a I Guerra em Moçambique acabou votada ao esquecimento. Não tinha lugar numa nação que até 1974 sonhava com um império ultramarino. Numa viagem de mais de 2500 quilómetros, o PÚBLICO foi à procura dessa guerra sem rosto. Os cemitérios dos soldados foram profanados ou são lixeiras, mas o milagre da tradição oral conservou as suas memórias até hoje.

restante 'notícia'...

domingo, 28 de março de 2010

os franceses que querem ser alemães....

Cenas de amor e ódio na França dos anos 40. Cometeram o erro de se aproximar dos militares do III Reich que ocupavam o país. Foram cerca de 20 mil francesas que tiveram filhos de alemães de 1940 a 1944. As crianças irão pagar um preço elevado por esta paternidade maldita. Uma paternidade só agora reconhecida pelo Governo de Berlim.

"Sinto-me um vulcão em actividade, depois de todos estes anos de sofrimento. É o melhor sentimento que posso ter, já que o meu pai era um 'boche', o 'inimigo', enquanto eu o admirava com todo o meu coração", exulta Daniel Rouxel. Aos 67 anos, viu ser-lhe atribuída a nacionalidade alemã após uma luta de mais de 15 anos.

Rouxel nasceu em Abril de 1943, filho de mãe francesa e de Otto Hammon, tenente do exército que então ocupava a maior parte da França. É uma das 200 mil crianças nascidas de uniões entre francesas e militares alemães de 1940 a 1944.

A Alemanha começou, finalmente, a reconhecer-lhes a dupla nacionalidade, tendo Rouxel sido o primeiro, em Agosto de 2009. Depois dele, num processo ainda em curso, muitos outros conseguiram o passaporte alemão, pondo fim a uma situação de ignomínia e discriminação, que só foi possível após o degelo das relações franco-alemães nos anos 70.

A mãe de Daniel trabalhava na cantina de um campo militar alemão em Pleurtuit, localidade na costa atlântica, a dez quilómetros de Saint-Malo, quando a invasão aliada da Normandia, em Junho de 1944, a leva a partir para Paris. O bebé ficou para trás numa família de acolhimento.

Aos quatro anos, Daniel passou a viver com a avó materna numa aldeia da Bretanha. Aqui é visto como "uma curiosidade"; quando frequenta a escola, os outros alunos não lhe poupam insultos - frases como "filho de boche e de puta" eram "de veludo comparado com os insultos dos adultos", recorda Daniel.

Aos cinco anos, pensou em suicidar-se.

Sessenta anos depois, a família alemã de Daniel entrega-lhe o capacete do pai. Para ele, foi o objecto "mais precioso" que alguma vez recebeu.

restante 'notícia'...

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Volkswagen lança novo modelo na Alemanha....

o Polo Bento de 5 portas:)

foram 5 senhores...e 5 abaixo irão meus senhores...

há que devolver a amabilidade alemã e investir na sua economia.......

sendo assim 5 destas maravilhosas obras primas alemãs irão ser deliciosamente degustadas e devidamente apreciadas....

Ich bin ei Munchen....

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008