quarta-feira, 24 de junho de 2015
quinta-feira, 21 de maio de 2015
domingo, 6 de setembro de 2009
topless com menos adeptas em Portugal.....*

O direito ao tronco nu em locais públicos foi exigido recentemente por mulheres norte-americanas, 'devidamente despidas''. Em Portugal, não há estudos nem polémicas e não há queixas. Mas nas praias há quem note menos adeptas do topless.
Enquanto o nudismo tem enquadramento legal nas praias portuguesas, o tronco nu das mulheres só tem consequências quando há queixas.
A Polícia Marítima (PM) explica que só intervém se existir uma queixa "alegando que a pessoa praticante de topless assume uma atitude de carácter exibicionista perante o queixoso".
restante 'notícia'...
in 'DN Online'
* é preocupante este abrandar de adeptas do topless em Portugal.....não sou adepto do 'nu gratuito' mas sim do 'belo não se deve esconder' sabendo de antemão que ás vezes está o paraíso no fruto escondido( mas que grande confusão vai nesta nesta cabeça...ou não? eheh)
digo preocupante não apenas pela 'estética' das praias portuguesas mas também pela saúde do coração dos portugueses que as frequentam.....

sábado, 30 de maio de 2009
as doenças cardiovasculares matam menos mas incapacitam mais portugueses...
Apesar de ter vindo a diminuir o número de óbitos, as doenças cardiovasculares, que atingem meio milhão de portugueses, ainda são a primeira causa de morte, doença, incapacidade e custos em saúde em Portugal, segundo a Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC).
restante notícia no....
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
um belo e saboroso milagre chamado chocolate preto!
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Baixa a tensão arterial, é bom para o coração, ajuda a prevenir o cancro e não se fica por aqui. A lista de benefícios do chocolate, além do prazer que dá comê-lo, acaba de ser acrescentada agora com mais uma: alivia também os sintomas da síndroma da fadiga crónica.
Esta é a conclusão de um grupo de médicos britânicos, que testaram com sucesso as virtualidades do chocolate preto, com uma alta concentração de cacau, em alguns dos seus doentes.
Tratou-se de um estudo-piloto, que foi realizado por médicos da Hull York Medical School depois de um doente ter registado melhoras substanciais quando substituiu na sua alimentação diária o chocolate normal (para misturar no leite) por um outro com alto teor de cacau, noticiou a BBC News online.

O relato surpreendente do doente inspirou os médicos a realizar um estudo com 10 doentes, que foram divididos em dois grupos. Num dos grupos, os pacientes comeram 45 gramas diários de chocolate preto, durante dois meses. Os outros comeram chocolate branco escurecido com corante.
Apesar do número de doentes envolvido neste estudo ser pequeno, como notam os próprios investigadores, os resultados corroboram o relato que deu origem ao próprio estudo: os pacientes que comeram o chocolate preto mostraram uma melhoria significativa dos sintomas de fadiga após dois meses de "tratamento", ao passo que os outros não."Embora este seja um estudo de pequena dimensão, dois dos pacientes voltaram ao trabalho depois de terem estado seis meses de baixa", explicou à BBC News o coordenador da pesquisa, Steve Atkin.
A explicação para o aparente "milagre", de acordo com o mesmo especialista, pode estar nos polifenóis (substâncias químicas presentes nos vegetais) que existem no chocolate e que têm efeitos benéficos na saúde, nomeadamente na diminuição da pressão arterial. "Além disso, um teor alto em polifenóis parece aumentar também os níveis de serotonina no cérebro, cuja falta tem sido associada à fadiga crónica", adiantou ainda Atkin.E se para confirmar estas indicações, Atkin admite que são necessárias investigações com mais doentes, a verdade é que o consumo de chocolate com altas concentrações de cacau, desde que moderado, também não faz mal, diz o coordenador do estudo, sublinhando que nenhum dos 10 doentes submetidos ao tratamento-piloto do chocolate registou qualquer aumento de peso em consequência da dieta. No fim, mesmo que o "remédio" não demonstre ser o grito final na terapia da fadiga crónica, sempre ficam outras vantagens, se não houver excessos. E a doçura da dieta.




